Um pouquito...

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Rio Branco, Acre, Brazil
26 anos. Taurina. Acreana com orgulho. É uma verdadeira antítese e nem sempre se incomoda com isso.

07 maio, 2010

Não sei. Quer dizer, até sei. Sei que posso tentar escrever da forma mais linda e até finda e não conseguirei manisfestar a intensidade do que sinto. Não acho palavras certas, só sei sentir.
Amor. Gratidão. Compreensão. Sintonia. Discussões. Conselhos. Teimosias. Caretices. AMOR. Carinho. Mãos dadas. Colo. Abraço. Noites mal dormidas. Choro. Irritação. Peias. Preocupação. Proteção. Certezas.... dia das mães. Sinto que posso virar horas escrevendo, procurando adjetivos e não vou chegar ao propósito certo; o de demonstrar o quanto amo as duas pessoas que representam o papel de mães na minha vida. Sou tão privilegiada por ter a mãe e por ter a avó, que é mãe duas vezes. Sei que nada é perfeito, que toda família tem SIM vários defeitos.. só que antes disso tudo existe o amor. O amor que pode, as vezes, se esconder é também o mesmo amor que, as vezes, aparece. Porque o amor está nos minímos detalhes. Está na preocupação de saber se o outro está feliz, está em saber se o futuro vai ser bom perante aqueles que amamos, está em torcemos mais pelo outro em alguns momentos do que por nos mesmos. Eu amo incondicionalmente minhas mães e esse amor só pode ser de outra vida. Eu já comentei aqui que, as vezes, rezo mais pela minha família do que por mim. Eu sou egoísta o suficiente pra não aceitar NINGUÉM da minha família sofrendo. O amor é algo que é indefinido e ilimitado. É algo que eu sinto em cada pulsar do meu coração. Eu amo minhas mães e nesse dia das mães eu só quero poder abraça-las e por meio disso expressar todo o meu amor.

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