Um pouquito...

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Rio Branco, Acre, Brazil
26 anos. Taurina. Acreana com orgulho. É uma verdadeira antítese e nem sempre se incomoda com isso.

26 dezembro, 2014

Já acabou, 2014?

Primeiro dia de 2014. Eles, sempre.

Vieram meus 21 aninhos.

2014 e eu ainda lutando contra o protetor solar.

Coutinho's Paradise 2014. Finalmente.

Relembrando o frescor da amizade sincera.

Viajando e explorando o mundo. Chilenas muy amigas.

Cantora favorita das paradas de sucesso (e das brigas).

Tenho o privilégio de chamá-los de amigos.

"Vou festejar, vou festejar..."

Perdi a voz e ganhei um dia inesquecível.

Amparo.

Loucuras de uma copa do mundo no Brasil. 7x1.


Juntei duas pequenas no meu coração.
Todo mundo merece uma visão dessa na vida.

O sorriso é a janela da alma. Elas representam isso em toda plenitude.

E eu tento também, sorrir, sempre que posso.

Donos das minhas tardes estagiando. 

Minha melhor herança.
Alô Dona Onça.

Quarteto AC-AM.

Alou alou marcianas do AMOR.

Brinquei de ser universitária. 


Dos melhores amigos de um mundo inteiro.

"Eu ando pelo mundo, prestando atenção em coisas em que eu não sei o nome..."

Uma jóia. Amiga no sentido pleno da palavra.

Tem a tal da faculdade que já já acaba.
O primeiro e último Adeus.

Tem a amiga que merece o céu, estrelas e tudo desse mundo.

Tem a família que sempre cabe mais um.

Imensidão. Eu amo essa imensidão.

Tem o carinho em forma de letras.

Quem sorri com os olhos têm riqueza no coração. Pode confiar.

Tem a tal da chefe que parece ser amiga.

O sorriso que sai mesmo com tanta vontade de chorar. Não há palavras que definam o amor que sinto por essas mulheres. Só falta minha avó, minha guerreira. Esse ano de 2014 levou um pedaço do nosso coração, da nossa esperança, mas Deus, em sua misericórdia, trouxe união para essa família, nos mostrou que não importa o quão difícil seja uma situação, você sempre encontrará motivos para continuar. Porque isso é a vida. 


E o novo dia sempre chegará.


Eu até poderia encontrar alguns motivos para definir 2014 como um ano não muito bom. Perda de ente querido, dias monótonos, perda da copa do mundo em casa, eleições im(previsíveis), enfim. Mas olhando estas e outras fotos percebo que não posso apresentar tais motivos como o resumo do ano que está chegando ao fim. Sempre existe mais. Há algo muito maior nessa existência que sempre nos mostra que cada ano, mês, semana, dia, hora, segundo vale a pena. E que sempre há uma chance de mudar o que está incomodando, de acrescentar onde falta, de superar frustrações e despertar para o amor daquele que está lá em cima, nos guiando e acalentando. Não há discurso em tudo que escrevo, longe disso, é apenas um desabafo de uma jovem de 21 anos com tantas dúvidas, medos, traumas e incertezas, mas com vontade de sempre ver um novo dia chegando e trazendo consigo algo bom. Por isso agradeço, meu DEUS, hoje e sempre, mesmo que muitas vezes não expresse da melhor forma possível, agradeço pela vida que tenho, pelos entes queridos, pelas conquistas, pelas derrotas, pela oportunidade de desfrutar desta vida. Me conduza, sempre.

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